Pessoa em Nova York – 17 de Março às 18:30h aqui na BEA!

pessoa-page-001

Advertisements

Quarta Literária – 26 de Outubro

No dia 26 de outubro de 2016, às 6:30pm, estaremos recebendo o escritor Natan Barreto e o embaixador Sérgio De Queiroz Duarte.

6:30pm – 8pm – Natan Barreto

Natan Barreto nasceu em 1966, em Salvador. Em 1990, formou-se em Interpretação Teatral pela UniRio e passou a morar na Europa. Viveu em Paris e Roma, e está radicado em Londres desde 1992.

Publicou os livros de poesia Sob os telhados da noite (1999) e EscondeSAM_0189.JPG
rijos em papéis
(2007); além de Quase-sonhos & Traduzido da noite (2009), uma edição bilíngue – francês/português – dos poemas de Jean-Joseph Rabearivelo, escritor de Madagascar; e da biografia Entre mangueiras: a vida de Eunice Palma (2011).

Seu último livro, Movimento imóvel (2016), reúne 33 poesias, escritas a partir de obras de arte. Cada poesia vem acompanhada da obra que a originou, dentre as quais, trabalhos de Matisse, Picasso, Portinari, Frida Kahlo e Van Gogh.

 

8pm – 8:45pm – Embaixador Sérgio de Queiroz Duarte – “SONETOS DE PETRARCA”

O Embaixador Sérgio de Queiroz Duarte apresentará sua versão da tradução dos sonetos de Francesco Petrarca, sobre seu amor por Laura de Noves,  no O Clube da Língua Portuguesa, com o apoio da Embaixada do Brasil em Viena.sergioduarteonu

Agora, é nossa vez de tê-lo conosco aqui em Nova York, na nossa Biblioteca Brasileira, the Brazilian Endowment for the Arts.

O Dr. Domício Coutinho, Fundador e Diretor da Biblioteca fará a apresentação ao público do Embaixador Duarte.

Francesco Petrarca é considerado o pai do soneto, essa forma consagrada de poema com dois quartetos e dois tercetos. Ele também teria cunhado a expressão Idade das Trevas, até hoje usada para designar a Idade Média, e é considerado o pai do Humanismo.

Francesco Petrarca (1304-1374) italiano de Arezzo que ficou famoso por seu Cancioneiro, coleção de trezentos e sessenta e seis poemas dedicados a Laura de Noves, mulher casada, por quem Petrarca se apaixonou dentro de uma igreja numa sexta-feira da Paixão. Amor nascido já crucificado.

Sem poder amar Laura, Petrarca inventou o soneto para neles, expressar sua paixão reprimida.